As vezes me questiono a verdadeira razão da minha existÊncia. Penso, nas mágoas diárias… o porque de tudo ao meu redor, e mais, o porque da minha visão sobre essas coisas que me entornam. Eu vejo o mundo, sem querer ve-lo. Vejo-o porque ele me obriga a observa-lo, a nota-lo como grande doença que é. Eu devo ser muito triste por escrever essas coisas, mas na verdade eu tenho um grande sonho que é um dia, através das palavras, mudar um pouco desse contexto existencial. A desiguldade, a miséria, o Ódio, os crimes, tudo isso se soma nessa vida dinâmica e irracional, que sustentada pela visibilidade da marca, e da ideia de posse transforma as relações sociais em meras sucatas, sem valor ou sentido. Triste mundo.